Nossas bandeiras

Pilares para um Brasil
soberano, desenvolvido e justo

Sete pilares e 11 bandeiras, explicadas uma a uma: o que defendemos, por que defendemos e o que muda na vida de quem trabalha.

  1. Indústria e emprego
  2. Economia
  3. Segurança pública
  4. Educação
  5. Soberania nacional
  6. Proteção social
  7. Cultura

Indústria e emprego

Reindustrializar o Brasil e voltar a gerar bons empregos

O Brasil precisa voltar a produzir. Uma indústria forte gera empregos de qualidade, aumenta os salários, desenvolve tecnologia e fortalece nossa soberania.

Defendemos a redução dos juros e dos impostos que penalizam quem produz, investe e contrata, além do fortalecimento do BNDES e da ampliação do crédito para modernização e expansão das empresas.

Vamos incentivar investimentos em máquinas, tecnologia, inovação e infraestrutura, aumentando a produtividade e priorizando a produção nacional.

Desenvolvimento de verdade é transformar investimento e produção em emprego, renda e melhores salários.

Economia

Pleno emprego acima do fiscalismo

O orçamento público deve servir ao desenvolvimento do país, e não transformar o equilíbrio das contas públicas em um fim em si mesmo.

Defendemos a superação do atual arcabouço fiscal e uma política orçamentária orientada pelo pleno emprego, pela estabilidade econômica e pelo desenvolvimento nacional.

As decisões sobre gastos e investimentos públicos devem considerar a inflação, o nível de emprego, a capacidade produtiva disponível e as necessidades reais do Brasil.

As contas públicas precisam estar a serviço da economia e do povo brasileiro.

Planejar o Brasil para os próximos 12 anos

O Brasil não pode pensar seu desenvolvimento apenas de eleição em eleição. Propomos um Plano Nacional de Desenvolvimento com horizonte de 12 anos, estabelecendo metas e prioridades capazes de orientar os investimentos públicos no longo prazo.

Infraestrutura, educação, ciência, tecnologia, inovação, energia e indústria nacional devem fazer parte de uma estratégia permanente de desenvolvimento.

O futuro do Brasil precisa ser planejado como projeto de Estado, e não apenas como projeto de governo.

Segurança pública

Integrar as polícias para combater o crime organizado

O crime se tornou nacional e internacional. A resposta do Estado também precisa ser integrada.

Defendemos o fortalecimento do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP), ampliando a integração entre União, estados, inteligência e forças policiais.

Também propomos avançar para um modelo de ciclo completo de polícia, investir em sistemas modernos de informação e inteligência e ampliar o uso de câmeras corporais, medida que, segundo os dados apresentados, conta com o apoio de mais de 80% dos brasileiros.

Mais integração, tecnologia e inteligência para proteger o cidadão e dar melhores condições ao policial.

Recompor o efetivo e valorizar quem combate o crime

O Brasil enfrenta uma grave deficiência de pessoal nas forças de segurança. Segundo os dados levantados, existe um déficit de quase 300 mil policiais civis e militares em todo o país. Na Polícia Federal, são cerca de 2,5 mil cargos vagos.

Não existe política de segurança eficiente sem policiais suficientes, estrutura adequada e condições para trabalhar.

Defendemos a recomposição dos efetivos das polícias Civil e Militar e da Polícia Federal, acompanhada de investimentos em equipamentos, inteligência, tecnologia e formação profissional.

Também é necessário modernizar a doutrina de segurança pública brasileira, substituindo práticas ineficientes por métodos orientados por inteligência, investigação e resultados, além de fortalecer a qualificação e a tecnologia das unidades de operações especiais.

Valorizar o policial é garantir efetivo, treinamento, tecnologia e estrutura para enfrentar o crime organizado.

Educação

Menos alunos por sala, mais qualidade no ensino

Professor não consegue oferecer acompanhamento individualizado em salas superlotadas.

Propomos um plano gradual para reduzir o número de estudantes por turma, com período de transição e planejamento:

  • Ensino Fundamental I e II: até 12 alunos por sala.
  • Ensino Médio: até 18 alunos por sala.

Menos alunos significa mais atenção, melhores condições de trabalho para os professores e mais qualidade na aprendizagem.

Acolhimento e educação adequada para alunos com TEA

Cada estudante com Transtorno do Espectro Autista (TEA) possui necessidades diferentes. A política educacional precisa oferecer alternativas e suporte adequado às famílias, estudantes e professores.

Propomos três possibilidades de atendimento:

  • Sala comum com profissional de suporte: quando o estudante se beneficia da socialização e do conteúdo da turma regular.
  • Sala especializada dentro da escola comum: quando o estudante se beneficia da convivência escolar, mas necessita de atendimento pedagógico especializado.
  • Escola especializada: quando suas necessidades educacionais e de desenvolvimento são mais adequadamente atendidas em ambiente especializado.

A escolha deverá ser feita pela família, sem imposição ou pressão, com garantia de alternativas reais. Inclusão de verdade é garantir estrutura e respeitar as necessidades de cada criança.

Soberania nacional

Satélites brasileiros: os olhos de um Brasil soberano

Um país continental como o Brasil não pode depender de outras nações para observar seu próprio território e garantir suas comunicações estratégicas.

Defendemos um projeto nacional de desenvolvimento, fabricação e operação de satélites, ampliando nossa autonomia tecnológica e espacial.

Satélites brasileiros são fundamentais para comunicações civis e militares, proteção de infraestruturas críticas, monitoramento ambiental, defesa das fronteiras e planejamento do território nacional.

Quem não controla suas comunicações e seu território não possui soberania completa.

Proteção social

Proibir os cassinos online e combater a ludopatia

Os cassinos online transformaram o celular de milhões de brasileiros em uma máquina de apostas disponível 24 horas por dia.

Defendemos um Projeto de Lei para proibir os cassinos online, incluindo jogos como “Tigrinho”, “Foguetinho” e similares, além de fortalecer as políticas de prevenção e combate à ludopatia.

O vício em apostas provoca endividamento, destruição da renda familiar e graves consequências sociais. Enquanto famílias perdem dinheiro, bilhões deixam de circular no comércio e na economia produtiva.

O Estado não pode arrecadar com a destruição das famílias brasileiras. Cassino online não é desenvolvimento: é um problema econômico, social e de saúde pública.

Cultura

Fim da Lei Rouanet: dinheiro público para cultura, sem intermediário privado

Defendemos a substituição do atual modelo de incentivo fiscal da Lei Rouanet por financiamento público direto, ampliando editais culturais nos estados e municípios e fortalecendo políticas como a Aldir Blanc e o ProAC.

Os recursos devem seguir critérios públicos, transparentes e sociais, permitindo que pequenos artistas, produtores independentes e manifestações culturais de todas as regiões tenham acesso ao financiamento.

Dinheiro público para cultura deve atender ao interesse público e chegar também a quem está fora dos grandes circuitos comerciais.

Transparência no ECAD e liberdade para os artistas

Defendemos o fim do monopólio do ECAD e a realização de uma CPI para investigar a arrecadação e a distribuição dos direitos autorais, com atenção especial aos valores provenientes das plataformas digitais.

Todo artista tem direito de saber quanto sua obra gera, como sua remuneração é calculada e quanto efetivamente recebe.

Também defendemos maior liberdade para que músicos, compositores e demais profissionais escolham como administrar e receber os rendimentos de suas próprias obras.

A obra pertence ao artista. Transparência e liberdade também são formas de valorizar a cultura brasileira.

O futuro se constrói
com a nossa participação

Cada bandeira aqui só vira lei com gente do lado. Ajude a campanha a chegar mais longe.